6 atitudes para uma vida mais leve

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Foto por Emre Kuzu em Pexels.com

As embarcações quando estão em alguma situação de crise, precisam se livrar de peso extra para conseguirem seguir seu caminho… Aqui temos seis atitudes para termos uma vida mais leve, ou seja, livre de pesos desnecessários:

1. Seja bondoso

Você já imaginou quantas pessoas poderiam melhorar de vida somente com sua ajuda? Ser bondoso é algo fora de moda hoje em dia, mas não significa que essa característica tenha perdido a importância! Pelo contrário, quanto menos pessoas bondosas existirem no mundo, mais precisaremos delas.

As pessoas têm fome, sede, sentem frio, solidão e precisam (ainda que não saibam) de uma mão acolhedora. Não somente isso, ser bondoso vai além das atitudes materiais, muitas vezes nós temos conhecimentos e experiências que deveriam ser compartilhadas com os outros para que eles cresçam. Já pensou em compartilhar experiências e conhecimento com os menos favorecidos? Você não acreditaria no poder que sua experiência de vida e testemunho têm sobre os outros!

O que acha de começarmos a abrir os nossos olhos para as oportunidades que existem ao nosso redor para sermos bondosos? Basta olhar que encontraremos muitas oportunidades diárias.

2. Não julgue

O juiz ou o árbitro têm poderes para julgar um comportamento na área em que a eles compete. Um árbitro de futebol não pode julgar um lance de basquete, ele não tem atribuições para isso. É simples e fácil compreender os motivos, não é? Ele não tem todas as informações e conhecimentos necessários para agir ali.

Neste caso, por que nos sentimos tão à vontade para julgar as pessoas ao nosso redor? Com naturalidade, abrimos a boca e julgamos cada detalhe do comportamento dos outros, mas nos esquecemos que não recebemos nenhuma atribuição para essa tarefa. Nós não fomos constituídos juízes da humanidade, nem dos nossos familiares, tampouco dos nossos amigos. Acredite, tirar o fardo de juízes das nossas costas será libertador! Poder olhar para as pessoas e simplesmente entender que cada um está em um passo do caminho, que cada um tem uma experiência de vida e que, na maioria das vezes, as pessoas não querem errar será uma forma muito mais leve de viver e, principalmente, conviver com os outros.

Vale o exercício. Da próxima vez que você sentir uma necessidade crescente de julgar o comportamento de alguém, lembre-se de experimentar a liberdade de compreender ao invés de combater.

3. Não condene

Se julgar os outros é um peso que não deveríamos carregar, imagine condenar?

Condenar alguém é definir uma sentença. Algo que não tem volta, algo definitivo. Nós nunca seremos capazes de definir o futuro de alguém. Uma pessoa tem a capacidade ou, antes, a possibilidade de mudar de vida até o seu último suspiro. Quem somos nós para acharmos que, com muito pouco conhecimento sobre alguém, somos aptos a julgá-lo e condená-lo a uma sentença? Não sejamos tão radicais ou ignorantes. Deixemos que o caminho mostre, ensine, caleje àqueles que ainda não aprenderam algo que já experimentamos. O caminho ensina, a condenação destrói.

4. Perdoe

Perdoar é provavelmente o verbo mais injusto do nosso dicionário. Nós estamos acostumados às dívidas. A lógica da dívida é clara: Quando você deve alguém, você paga (muitas vezes com juros!). Quando alguém deve você, você cobra (muitas vezes com juros!). Sempre foi assim. Todos os relatos da história da humanidade mostram que esta lógica sempre existiu.

Por isso, o verbo “perdoar” é o mais injusto do nosso vocabulário! Quando perdoamos, aceitamos o fato de que a dívida nunca será paga. Nós deixamos aquele que nos deve na condição de quitado e não recebemos de volta o que por direito seria nosso.

Muitas pessoas não perdoam às outras por causa dessa lógica: a lógica da dívida. Afinal, estamos acostumados com ela. Uma lógica justa, não é mesmo?

Acontece que a lógica das dívidas materiais não deveriam ser aplicadas nas dívidas emocionais. Não há como pagar uma dívida emocional. Sempre que tentamos pagar “com a mesma moeda” uma dívida emocional, agimos de forma desproporcional e devolvemos algo pior do que o fato original e entramos em uma bola de neve.

Perdoar uma dívida emocional é essencial para uma vida mais leve. Na maioria das vezes, quem nos causou o dano emocional, nem se lembra do ocorrido, a vida daquela pessoa já seguiu adiante, ela já está em outros mares, mas nós permanecemos atracados à dor, à mágoa, ao ressentimento. Faça um favor para você mesmo: Perdoe! Liberte-se do passado, aprenda com o ocorrido e siga adiante. O perdão não é um sentimento que vai brotar no seu coração um dia no futuro. O perdão é uma decisão. Você aceita que a dívida já foi paga e segue adiante. Tome a decisão hoje… Liberte-se da prisão do ressentimento.

5. Dê

Você é um lutador e as coisas que você conquistou são mais que merecidamente suas. Sua história de vida, suas noites em claro buscando, lutando e correndo atrás de seus sonhos, suas dores no caminho, suas perdas valeram a pena e você alcançou ou está alcançando seus objetivos.

Para muitas pessoas, a luta mesmo que travada com todas as forças, não é o suficiente. Algumas vezes, é preciso que alguém estenda a mão e ajude. O nosso mundo está longe de ser justo e a diferença social que existe é assustadora. Ainda que tenhamos lutado muito, precisamos agradecer por ter conseguido algo neste mundo injusto e precisamos compreender que muitas pessoas precisam de nossa ajuda, pois não tiveram o mesmo resultado que nós. Portanto, dar é algo que precisamos colocar em nossa rotina.

O melhor dessa proposta é que se decidirmos ser sempre bondosos, nunca julgarmos ou condenarmos ninguém, seremos capazes de dar sem pensar duas vezes. Nós não nascemos para vivermos sozinhos, isoladamente. Somos seres sociais e isso nos coloca na proximidade dos irmãos que precisam da nossa ajuda. Nossas vidas também ficarão mais leves sabendo que estamos ajudando outra(s) pessoa(s) a crescer um pouco mais, a ter(em) um pouco mais de dignidade. Quem sabe se o seu ato será aquele pelo qual a pessoa tem esperado para sair da situação em que ela se encontra hoje?

6. Não meça as pessoas

Quantas vezes nos pegamos criticando os outros por algo que às vezes nós mesmos cometemos? Quantas vezes usamos uma medida muito severa e crítica para os outros e nos deixamos livres desta mesma medida? O que acha de nos livrarmos também deste peso e entendermos finalmente que cada pessoa é única e insubstituível? O peso da medida é grande, dá trabalho, pesa, incomoda… Compreender as pessoas e aceita-las é leve e também libertador.

O que você acha dessas 6 atitudes? Vamos praticá-las a partir de hoje?

“O que esperar quando se está esperando?”

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Foto por Serkan Göktay em Pexels.com

Não pude evitar o título desse post! Foi mais forte do que eu…

O lançamento do meu novo livro “As pessoas invisíveis” está se aproximando! Sim, se ainda não te contei, será no dia 01/05/2019 às 15h!!!

Durante esses dias que antecedem ao lançamento, milhares de pensamentos surgiram e continuam a surgir.

Eu nunca fiz um lançamento para o meu primeiro livro “A caminho de Tulani”. Um dia a edição chegou em casa e comecei a mostrá-lo para as pessoas. Muitas destas pessoas nem imaginavam que eu tinha escrito um livro.

Aos poucos, o livro foi se espalhando, não por mérito de meus conhecimentos de marketing, mas graças ao apoio da minha esposa, dos meus irmãos, familiares, amigos e colegas…

Desta vez, o livro nasce diferente: Nasce anunciado! Nasce com data marcada. Porém, ele nasce com a mesma simplicidade, a mesma forma de escrever, o mesmo tom do primeiro livro. Sem pompa, sem ganância, sem intenções maiores.

Em poucos dias ele estará disponível na Amazon, no meio de milhares de outros títulos. Best-sellers estarão lá para mostrar a ele certa superioridade, mas sei que ele não vai se abater. Não, ele é simples, humilde, não se apega à títulos pré definidos e formulados.

O que eu espero? Que este livro encante você. Que ele traga ao seu coração um pouco de descanso em meio à um mundo tão corrido. Que ele traga sorrisos…

Um dos personagens de “As pessoas invisíveis” fez uma pergunta em uma certa manhã: “Você já olhou para o céu hoje?” Parece uma pergunta simples demais, mas é assustador perceber que muitas vezes a resposta para esta pergunta é: “Não… não deu tempo…”

O lançamento está chegando… Eu estou aqui esperando… Que a gente se encontre nas páginas de “As pessoas invisíveis” em breve.

 

 

O mundo mágico dos livros que não saem da minha gaveta

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Foto por Pixabay em Pexels.com

Uma pergunta que me fazem e agora vou responder: Quando virão os meus próximos livros e o porquê da demora em publicá-los?

 

Até hoje, escrevi três livros, somente um deles está publicado: “A caminho de Tulani“. Os outros dois (não publicados) se chamam: “As pessoas invisíveis” e “A cachoeira de prata”.

Acontece que eles já estão escritos e revisados há bastante tempo (e acredite: Bastante tempo mesmo!!) Porém, a publicação independente do meu primeiro livro me ensinou muitas coisas, mas também me sequelou bastante.

Quando a primeira edição chegou, ela veio dentro de uma vã e isso quer dizer que a carga era grande! Logo, o espaço para guardá-la precisava ser grande também. Confissão número 1 deste post: “Eu sou péssimo em divulgação!” Sendo péssimo em divulgação, depois que acabaram os familiares, amigos e conhecidos, continuei tendo estoque (e ainda tenho!) daquela primeira edição.

Eu sou escritor e não sei nada sobre controle de estoque, inventário, armazenamento, etc… e fui ficando frustrado ao ver aquele pequeno estoque de livros de capa laranja por toda a casa: cada porta um pequeno pacote deles.

Quando chegou a hora de publicar “As pessoas invisíveis” eu logo pensei nas consequências espaciais da decisão e desisti temporariamente (nem tão temporariamente assim, pelo visto!) da publicação.

Anos se passaram. Passei um longo tempo sem me preocupar muito com isso. Mas, o estoque continuava lá…

Até que um belo ano surgiu: 2018! Sim… 2018! Um ano onde conheci o Wattpad e o KDP da Amazon (sistema de publicação) e voltei a pensar na possibilidade de publicar meus livros novamente.

Você se lembra da minha primeira confissão deste post? Não? Então, vou repeti-la: “Eu sou péssimo em divulgação!” e esta é a última barreira que nos separa dos livros que estão no mundo mágico das minhas gavetas, dos livros publicados.

Confessar e assumir esta deficiência foi libertador! Hoje estou aprendendo… e isso significa que a publicação do próximo livro está muito próxima! Uma promessa: Não viraremos o ano sem a publicação de “As pessoas invisíveis”! Promessa é dívida e você pode me cobrar! Talvez, você me pergunte: “Mas, não dá pra antecipar?” E eu respondo: “Que ótima pergunta! Claro que dá!” Mas, não vou colocar uma contagem regressiva aqui no site, não por enquanto.

O que você acha?